No fim, tudo se acaba
Chega -se ao destino
Mesmo que seja um nada
Um vazio completo
Enchendo o ambiente
De solidão
Tristeza
E desespero
(ACDS - 21.03.12)
21 março 2012
27 fevereiro 2012
Saudade Antecipada
Melancólica
É assim que me sinto
A cada dia terminado
Menos um no meu sossego
Já sentindo falta
Das coisas boas ainda presentes
Pois ao fim da semana
Nada mais será o mesmo
(ACDS - 28.02.12)
É assim que me sinto
A cada dia terminado
Menos um no meu sossego
Já sentindo falta
Das coisas boas ainda presentes
Pois ao fim da semana
Nada mais será o mesmo
(ACDS - 28.02.12)
12 fevereiro 2012
Foto poema 3
11 fevereiro 2012
Foto poema 2
10 fevereiro 2012
Meu lugar sagrado
Agora é um canteiro de obras
Querem mudar tudo
Modificar minhas doces lembranças
Profanar o que de mais belo existe
Para colocar pedras
Por todos os lados
Lama, terra, pedras
Meu lindo parque
Escondido atrás de grades
Aprisionado, longe das vistas
Quero vê-lo, passear no seu verde
Mas não deixam
O que importa agora são as obras
E não o meu deleite
(ACDS - 10.02.12)
Agora é um canteiro de obras
Querem mudar tudo
Modificar minhas doces lembranças
Profanar o que de mais belo existe
Para colocar pedras
Por todos os lados
Lama, terra, pedras
Meu lindo parque
Escondido atrás de grades
Aprisionado, longe das vistas
Quero vê-lo, passear no seu verde
Mas não deixam
O que importa agora são as obras
E não o meu deleite
(ACDS - 10.02.12)
07 fevereiro 2012
Foto poema
26 janeiro 2012
23 janeiro 2012
Pequena observação
Agonizante a barata fica, com suas entranhas dilaceradas por formigas que não esperam nem o defunto esfriar.
(ACDS - 23.01.12)
(ACDS - 23.01.12)
19 janeiro 2012
Machado e Carolina
Sentados na cadeira de balanço
De mãos dadas
Os dois estão.
Um casal apaixonado
Compartilhando o silêncio.
Para que falar?
Basta a respiração de um e de outro
E o vai e vem da cadeira
Balançando, ninando
O amor de Machado e de Carolina.
(ACDS - 19.01.12)
baseado em trecho do livro O viajante imóvel: Machado de Assis e o Rio de Janeiro de seu tempo, de Luciano Trigo.
De mãos dadas
Os dois estão.
Um casal apaixonado
Compartilhando o silêncio.
Para que falar?
Basta a respiração de um e de outro
E o vai e vem da cadeira
Balançando, ninando
O amor de Machado e de Carolina.
(ACDS - 19.01.12)
baseado em trecho do livro O viajante imóvel: Machado de Assis e o Rio de Janeiro de seu tempo, de Luciano Trigo.
10 janeiro 2012
09 janeiro 2012
31 dezembro 2011
18 novembro 2011
Sono
Oh, sono!
Por que não vens
Para descansar meu espírito
E me fazer entrar no reino dos sonhos?
Preciso dormir
Desligar do mundo
Fazer a mente flutuar
Por entre nuvens e névoas.
Venha, Morfeu!
Não tardes a tua visita
Pois meu corpo anseia,
Necessita com urgência,
Dormir.
(ACDS - 18.11.11 - escrito de madrugada, tentando dormir)
Por que não vens
Para descansar meu espírito
E me fazer entrar no reino dos sonhos?
Preciso dormir
Desligar do mundo
Fazer a mente flutuar
Por entre nuvens e névoas.
Venha, Morfeu!
Não tardes a tua visita
Pois meu corpo anseia,
Necessita com urgência,
Dormir.
(ACDS - 18.11.11 - escrito de madrugada, tentando dormir)
10 novembro 2011
27 agosto 2011
Onde está a felicidade?
Onde está a felicidade?
Está nas pequenas coisas
No nascer e no pôr-do-sol
Está no sorriso de uma criança
No desabrochar de uma flor
Está no mar azul e calmo
Na alegria de um olhar
Está na música que te anima
No filme que te emociona
Está na leitura prazerosa
No amar e ser amado
A felicidade está em todo lugar
Basta só olhar
(ACDS - 26.08.11)
Está nas pequenas coisas
No nascer e no pôr-do-sol
Está no sorriso de uma criança
No desabrochar de uma flor
Está no mar azul e calmo
Na alegria de um olhar
Está na música que te anima
No filme que te emociona
Está na leitura prazerosa
No amar e ser amado
A felicidade está em todo lugar
Basta só olhar
(ACDS - 26.08.11)
12 março 2011
20 janeiro 2011
Seu/Sua
Seu olhar me invade
Sua boca me devora
Sua presença me inebria
Sua existência me deixa feliz
E sinto que existo
Porque você existe
Em meus olhos
Em minha boca
Em minha mente
Em minha alma
(ACDS - 19.01.11)
Sua boca me devora
Sua presença me inebria
Sua existência me deixa feliz
E sinto que existo
Porque você existe
Em meus olhos
Em minha boca
Em minha mente
Em minha alma
(ACDS - 19.01.11)
01 dezembro 2010
Vida adulta
Bem-vindo à vida adulta!
Bem-vindo às frustrações,
Ao desapontamento.
É chegada a hora
De entrar na era das decepções
Onde as alegrias são tão poucas
Perante ao mar de desilusões enfrentadas.
Acabou a inocência!
Diga adeus aos seus sonhos
Pois dificilmente se tornarão realidade.
A vida adulta é cruel
E só nos faz sentir mais saudade
Da nossa tenra infância.
(ACDS - 01.12.10)
Bem-vindo às frustrações,
Ao desapontamento.
É chegada a hora
De entrar na era das decepções
Onde as alegrias são tão poucas
Perante ao mar de desilusões enfrentadas.
Acabou a inocência!
Diga adeus aos seus sonhos
Pois dificilmente se tornarão realidade.
A vida adulta é cruel
E só nos faz sentir mais saudade
Da nossa tenra infância.
(ACDS - 01.12.10)
27 setembro 2010
Nada apagará a sua dor
Por mais que o tempo passe
Por mais que as alegrias aconteçam
Os fantasmas estarão ali
Fazendo-o lembrar do que existiu
E do fim que levou.
Famílias unidas que foram separadas
Tudo pelo ódio sem razão
E esperanças despedaçadas
Em corpos pelo chão.
A imagem nunca se apagará
Por mais que a mente tente esquecer
A guerra, o genocídio
O ódio, a intolerância
Tudo sem uma razão, um motivo.
E por mais que se queira esquecer
É preciso lembrar
Para que no futuro do mundo
Isso não volte para nos atormentar.
(ACDS- 27.09.10)
Em homenagem às vítimas do Holocausto.
Por mais que o tempo passe
Por mais que as alegrias aconteçam
Os fantasmas estarão ali
Fazendo-o lembrar do que existiu
E do fim que levou.
Famílias unidas que foram separadas
Tudo pelo ódio sem razão
E esperanças despedaçadas
Em corpos pelo chão.
A imagem nunca se apagará
Por mais que a mente tente esquecer
A guerra, o genocídio
O ódio, a intolerância
Tudo sem uma razão, um motivo.
E por mais que se queira esquecer
É preciso lembrar
Para que no futuro do mundo
Isso não volte para nos atormentar.
(ACDS- 27.09.10)
Em homenagem às vítimas do Holocausto.
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