Sou um zero
Sou o vazio
Sou o nada partido ao meio
No escuro esquecido
(ACDS - 20.02.08)
20 fevereiro 2008
14 fevereiro 2008
Poema expresso feito pra comunidade no Orkut que participo
Rejeito tudo
Esse sentimento imundo
Junto com a vontade de fugir
Escondida no peito
Incontrolável fúria
Tirando do sério
A minha única
Razão de viver
(ACDS- 14.02.08)
Esse sentimento imundo
Junto com a vontade de fugir
Escondida no peito
Incontrolável fúria
Tirando do sério
A minha única
Razão de viver
(ACDS- 14.02.08)
13 fevereiro 2008
Primeiro poema do ano
Tenho de me acostumar
A não mais te olhar
A não te ter por perto
Me dizendo o que é certo
E ajudando em meu caminho
A vida continua
A roda gira
E não devemos ficar parados
Pois tudo segue
E a direção é única:
Sempre em frente.
(ACDS- 13.02.08)
A não mais te olhar
A não te ter por perto
Me dizendo o que é certo
E ajudando em meu caminho
A vida continua
A roda gira
E não devemos ficar parados
Pois tudo segue
E a direção é única:
Sempre em frente.
(ACDS- 13.02.08)
31 dezembro 2007
Queria
Queria ter de volta
As alegrias da minha infância
Onde cada aniversário,
Natal e Ano Novo
Era motivo de festa
Queria sentir de novo
A ansiedade que antecedia
Cada festejo
E explodir de felicidade
Quando a porta de casa se abria
E por ela entrava
Cada visita
Queria sentir isso novamente
Vivenciar cada pedaço
Pois hoje em dia é difícil
Aproveitar ao máximo
(ACDS - 31.12.07)
As alegrias da minha infância
Onde cada aniversário,
Natal e Ano Novo
Era motivo de festa
Queria sentir de novo
A ansiedade que antecedia
Cada festejo
E explodir de felicidade
Quando a porta de casa se abria
E por ela entrava
Cada visita
Queria sentir isso novamente
Vivenciar cada pedaço
Pois hoje em dia é difícil
Aproveitar ao máximo
(ACDS - 31.12.07)
19 novembro 2007
Romantismo
Sinto falta do romantismo
Das declarações de amor
Espalhadas aos quatro ventos
Das flores dadas
Em dias comuns
De convites surpresas
Para passear em algum lugar
De beijos furtados
Quando menos se espera
De brincadeiras com o cabelo
Quando se está assistindo a um filme
Enfim, sinto falta de um romantismo
Há tanto tempo escondido
Dentro da alma de um ser
(ACDS - 19.11.07)
Das declarações de amor
Espalhadas aos quatro ventos
Das flores dadas
Em dias comuns
De convites surpresas
Para passear em algum lugar
De beijos furtados
Quando menos se espera
De brincadeiras com o cabelo
Quando se está assistindo a um filme
Enfim, sinto falta de um romantismo
Há tanto tempo escondido
Dentro da alma de um ser
(ACDS - 19.11.07)
01 outubro 2007
Cavalgo entre a luz e a escuridão
No meio da floresta sem fim
Ouvindo príncipes e princesas assustados
Gritando para mim
Eles querem suas vidas
Desejam suas almas de volta
Mas da floresta sem fim
Nada retorna
Então sigo em frente
Procurando um lugar
Onde eu possa me esconder
E então me refugiar
(ACDS - 01.10.07)
No meio da floresta sem fim
Ouvindo príncipes e princesas assustados
Gritando para mim
Eles querem suas vidas
Desejam suas almas de volta
Mas da floresta sem fim
Nada retorna
Então sigo em frente
Procurando um lugar
Onde eu possa me esconder
E então me refugiar
(ACDS - 01.10.07)
16 agosto 2007
14 agosto 2007
Poemas fresquinhos
Fogo, destruição,
Sangue e pavor
A humanidade está em guerra
E promove o terror
O caos está instalado
E não tem como ser retirado
Ai de nós, reféns
Perdemos nosso único bem,
A paz
(ACDS - 13.08.07)
Sangue e pavor
A humanidade está em guerra
E promove o terror
O caos está instalado
E não tem como ser retirado
Ai de nós, reféns
Perdemos nosso único bem,
A paz
(ACDS - 13.08.07)
04 agosto 2007
Saudade
Desejo
Desejo e anseio por tua presença
De poder te olhar
Te tocar com carinho e amor
Compartilhar conversas
Dividir alegrias
E estar somente ao teu lado
(ACDS - 04.08.07)
Desejo e anseio por tua presença
De poder te olhar
Te tocar com carinho e amor
Compartilhar conversas
Dividir alegrias
E estar somente ao teu lado
(ACDS - 04.08.07)
27 julho 2007
Guerra Fria
Esse poema eu li em um jornalzinho que peguei em Ouro Preto e achei muito bom.
Guerra Fria
Eu quebraria seus ossos,
Desfiguraria seu rosto,
Furaria seus olhos,
E pisaria em você
Com o meu coturno alemão.
Mas há a lei,
O julgamento dos outros,
A culpa e a piedade,
Meu coturno vai sujar
E eu não quero ir pra prisão.
Mas mesmo assim,
Não perturbe.
Fique longe de mim.
Não insista.
Não ande na contramão.
Não me teste.
E nem o faça com vida,
Ou vai ver transformado
Em verdade
O que era apenas imaginação.
(Del Candeias)
Guerra Fria
Eu quebraria seus ossos,
Desfiguraria seu rosto,
Furaria seus olhos,
E pisaria em você
Com o meu coturno alemão.
Mas há a lei,
O julgamento dos outros,
A culpa e a piedade,
Meu coturno vai sujar
E eu não quero ir pra prisão.
Mas mesmo assim,
Não perturbe.
Fique longe de mim.
Não insista.
Não ande na contramão.
Não me teste.
E nem o faça com vida,
Ou vai ver transformado
Em verdade
O que era apenas imaginação.
(Del Candeias)
21 junho 2007
Poemas antigos - parte 5
Competição, o mundo é uma competição
E só os vencedores sobrevivem
Os fracos se escondem
E o resto não existe.
(ACDS - 25.02.00)
---------------------------------------------
Viajo, viajo entre teorias
Teorias e classicações
Mas não sei classificar
E nem teorizar
Mas viajo, viajo numa viagem sem fim
Sem nexo, sem sentido
Acho que sou um ser vivo
Perdido no meio da escuridão
(ACDS - 25.02.00)
OBS: Não lembre se já postei esses poemas antes, se postei, peço desculpas pela repetição.
E só os vencedores sobrevivem
Os fracos se escondem
E o resto não existe.
(ACDS - 25.02.00)
---------------------------------------------
Viajo, viajo entre teorias
Teorias e classicações
Mas não sei classificar
E nem teorizar
Mas viajo, viajo numa viagem sem fim
Sem nexo, sem sentido
Acho que sou um ser vivo
Perdido no meio da escuridão
(ACDS - 25.02.00)
OBS: Não lembre se já postei esses poemas antes, se postei, peço desculpas pela repetição.
Poemas antigos - parte 4
Há fatias, pedaços de mim
Espalhados ao vento
Soprando aos quatro cantos
Mas eles retornam
E se unem novamente
Para formar um único eu
(ACDS - 02.02.00)
--------------------------------------------------
Uma folha cai sob o sol do outono
Mas a vida continua a mesma
A mesma rotina, os mesmos rostos
Só uma coisa muda
E é essa folha
Que mudou de cor
E caiu sob o sol do outono
(ACDS - 02.02.00)
---------------------------------------------------
Aves voam no céu
Um céu cheio de tonalidades
Que um pintor maior pintou
Elas voam sem destino
Apenas sentem o vento
E voam livres
Livres para voltar
(ACDS - 02.02.00)
Espalhados ao vento
Soprando aos quatro cantos
Mas eles retornam
E se unem novamente
Para formar um único eu
(ACDS - 02.02.00)
--------------------------------------------------
Uma folha cai sob o sol do outono
Mas a vida continua a mesma
A mesma rotina, os mesmos rostos
Só uma coisa muda
E é essa folha
Que mudou de cor
E caiu sob o sol do outono
(ACDS - 02.02.00)
---------------------------------------------------
Aves voam no céu
Um céu cheio de tonalidades
Que um pintor maior pintou
Elas voam sem destino
Apenas sentem o vento
E voam livres
Livres para voltar
(ACDS - 02.02.00)
Devaneios de uma mente insana, parte 4
O mundo é uma grande avenida
Em que transitam nervosamente formigas
Sem parar
Sem pensar
(ACDS - sem data)
Em que transitam nervosamente formigas
Sem parar
Sem pensar
(ACDS - sem data)
19 junho 2007
Homenagem ao Aramis
Descanse em paz, passarinho
Agora você pode voar
Livre, siga sua trilha
Rumo ao infinito!
(ACDS - 19.06.07)
Agora você pode voar
Livre, siga sua trilha
Rumo ao infinito!
(ACDS - 19.06.07)
13 junho 2007
Amor
Ah, o amor!
Esse sentimento que só quem passa por ele sabe o que é.
Quem não sabe o que é amar, não imagina o que perde.
Pois amar é uma sensação maravilhosa!
É muito gostoso amar e se sentir amado.
É tão bom, que é inexplicável!
(ACDS - 13.06.07)
Esse sentimento que só quem passa por ele sabe o que é.
Quem não sabe o que é amar, não imagina o que perde.
Pois amar é uma sensação maravilhosa!
É muito gostoso amar e se sentir amado.
É tão bom, que é inexplicável!
(ACDS - 13.06.07)
12 junho 2007
Sentir
11 junho 2007
Devaneios de uma mente insana, parte 3
Amar amando
Viver sonhando
Um mundo feliz
Riscado a giz
(ACDS - 11.06.07)
------------------------------
Pedaços de carne
Expostos na barraquinha
O que vai querer, freguesa?
Peito, bunda ou lipoescultura?
(ACDS - 11.06.07)
-------------------------------
Felicidade à venda
É só escolher
Vai pagar com cheque
Ou dividir no cartão?
(ACDS - 11.06.07)
Viver sonhando
Um mundo feliz
Riscado a giz
(ACDS - 11.06.07)
------------------------------
Pedaços de carne
Expostos na barraquinha
O que vai querer, freguesa?
Peito, bunda ou lipoescultura?
(ACDS - 11.06.07)
-------------------------------
Felicidade à venda
É só escolher
Vai pagar com cheque
Ou dividir no cartão?
(ACDS - 11.06.07)
25 maio 2007
24 maio 2007
Mais devaneios de uma mente insana
Os sinos dobram nas igrejas
Alguém morreu
Terá sido a esperança?
(ACDS - 24.05.07)
Vida passou
Envelheci
Ai, meu Deus!
Será que dormi?
(ACDS - 24.05.07)
Alguém morreu
Terá sido a esperança?
(ACDS - 24.05.07)
Vida passou
Envelheci
Ai, meu Deus!
Será que dormi?
(ACDS - 24.05.07)
13 maio 2007
Mãe
Mãe
Ser criador
Amável, mas firme
Sabe educar com amor
Mãe
Ser sagrado
Intensa, sofre
A dor de seus filhos amados
Mãe
Ser importante
Ser único
Sabe amar como ninguém
Todos os seus filhos
De sangue, adotados
Não importa a origem
Mãe será sempre mãe
Em qualquer lugar
(ACDS - 11.05.07)
Ser criador
Amável, mas firme
Sabe educar com amor
Mãe
Ser sagrado
Intensa, sofre
A dor de seus filhos amados
Mãe
Ser importante
Ser único
Sabe amar como ninguém
Todos os seus filhos
De sangue, adotados
Não importa a origem
Mãe será sempre mãe
Em qualquer lugar
(ACDS - 11.05.07)
05 maio 2007
Pintor
Com suas tintas
O pintor retrata o mundo
Suas cores
Transparecem vida e morte
Alegrias e tristezas
Guerras e vitórias
Seu pincel trabalha
Sentimentos e acontecimentos
Enchendo os olhos da gente
De admiração e respeito
(ACDS - 30.04.07)
O pintor retrata o mundo
Suas cores
Transparecem vida e morte
Alegrias e tristezas
Guerras e vitórias
Seu pincel trabalha
Sentimentos e acontecimentos
Enchendo os olhos da gente
De admiração e respeito
(ACDS - 30.04.07)
28 abril 2007
Devaneios de uma mente insana
O sonho acabou?
Tem mais na padaria
Onde são vendidos
Sonhos fresquinhos.
(ACDS - 27.04.07)
O mundo enlatado
É vendido na televisão
Quem der o lance mais alto
Aperta o botão
(ACDS - 27.04.07)
Tem mais na padaria
Onde são vendidos
Sonhos fresquinhos.
(ACDS - 27.04.07)
O mundo enlatado
É vendido na televisão
Quem der o lance mais alto
Aperta o botão
(ACDS - 27.04.07)
27 abril 2007
26 abril 2007
Amar
Amar é sofrer
É um sentimento doloroso
Se não é correspondido
Pela pessoa amada
Amar é triste
Quando a realidade
Não corresponde às expectativas
Idealizadas e almejadas
Mas amar é gostoso
Quando se é correspondido
E prazeroso
Quando um entende o outro
(ACDS - 26.04.07)
É um sentimento doloroso
Se não é correspondido
Pela pessoa amada
Amar é triste
Quando a realidade
Não corresponde às expectativas
Idealizadas e almejadas
Mas amar é gostoso
Quando se é correspondido
E prazeroso
Quando um entende o outro
(ACDS - 26.04.07)
08 abril 2007
03 abril 2007
Amar é...
Amar é flutuar
Sem tirar os pés do chão
É sempre carregar um sorriso
Quando se pensa na pessoa amada
É olhar com otimismo
Para as pequenas coisas da vida
É se sentir bem feliz
Todos os dias
(ACDS - 03.04.07)
Sem tirar os pés do chão
É sempre carregar um sorriso
Quando se pensa na pessoa amada
É olhar com otimismo
Para as pequenas coisas da vida
É se sentir bem feliz
Todos os dias
(ACDS - 03.04.07)
27 março 2007
Poema
O amor chega de repente
Vai arrombando a porta
E nem pede licença
Mas deixo entrar com alegria
Aos poucos se instala
Construindo um lugar único
Dentro do meu peito
Fazendo dos meus dias
Momentos de pura felicidade
Pois eu nunca imaginei
Que poderia amar alguém
Do jeito que te amo
E esse amor é tão grande
Que só você para cuidar dele
Me fazendo feliz
Me fazendo acreditar
Que a vida vale a pena
(ACDS - 27.03.07)
Vai arrombando a porta
E nem pede licença
Mas deixo entrar com alegria
Aos poucos se instala
Construindo um lugar único
Dentro do meu peito
Fazendo dos meus dias
Momentos de pura felicidade
Pois eu nunca imaginei
Que poderia amar alguém
Do jeito que te amo
E esse amor é tão grande
Que só você para cuidar dele
Me fazendo feliz
Me fazendo acreditar
Que a vida vale a pena
(ACDS - 27.03.07)
20 março 2007
Outono
O calor dos raios de Sol
Está se esvaindo
O verão se foi
A paisagem se modifica
Nas ruas
Caminhos de folhas secas
Enfeitam as alamedas
Formando tapetes
De rara beleza
O outono chegou
Dando adeus ao verão
O calor se despediu
E no lugar ficaram
Folhas de variada coloração
(ACDS - 20.03.07)
Está se esvaindo
O verão se foi
A paisagem se modifica
Nas ruas
Caminhos de folhas secas
Enfeitam as alamedas
Formando tapetes
De rara beleza
O outono chegou
Dando adeus ao verão
O calor se despediu
E no lugar ficaram
Folhas de variada coloração
(ACDS - 20.03.07)
12 março 2007
Bibliotecário
Bibliotecário
Profissional da informação
Semeia em toda a gente
O prazer de ler
Ajuda a quem precisa
Da informação necessária
Vive rodeado dos melhores amigos -
Os livros
Sua profissão
Antecede as novas tecnologias
Atravessou séculos
E se faz importante
Mesmo nos dias de hoje.
(ACDS - 12.03.07)
Profissional da informação
Semeia em toda a gente
O prazer de ler
Ajuda a quem precisa
Da informação necessária
Vive rodeado dos melhores amigos -
Os livros
Sua profissão
Antecede as novas tecnologias
Atravessou séculos
E se faz importante
Mesmo nos dias de hoje.
(ACDS - 12.03.07)
08 março 2007
28 fevereiro 2007
19 fevereiro 2007
Em homenagem à Melissa
Aproveitem a vida.
Absorvam tudo de bom.
Contemplem a beleza das coisas.
Sejam felizes enquanto é tempo.
Pois o tempo é efêmero.
Fugaz, ele escapa entre nossos dedos,
Como areia da praia nas mãos.
E quando percebemos,
Não nos sobram muitos minutos.
Então aproveitem.
Se amem, se abracem,
Gritem “eu te amo”,
Agradeçam o Sol e o céu azul,
Exaltem a Lua cheia,
Escutem os passarinhos,
Admirem as paisagens.
Afinal, tudo está ao nosso redor,
Cabe a nós saber aproveitar
E viver.
(ACDS - 19.02.07)
Absorvam tudo de bom.
Contemplem a beleza das coisas.
Sejam felizes enquanto é tempo.
Pois o tempo é efêmero.
Fugaz, ele escapa entre nossos dedos,
Como areia da praia nas mãos.
E quando percebemos,
Não nos sobram muitos minutos.
Então aproveitem.
Se amem, se abracem,
Gritem “eu te amo”,
Agradeçam o Sol e o céu azul,
Exaltem a Lua cheia,
Escutem os passarinhos,
Admirem as paisagens.
Afinal, tudo está ao nosso redor,
Cabe a nós saber aproveitar
E viver.
(ACDS - 19.02.07)
Indicação de blog
Hoje recomendo, infelizmente de forma tardia, o blog Sobrevivente (http://melmoha.blogspot.com/), de Melissa de Sousa. Tardiamente, pois já era para eu ter recomendado e linkado nos meus sites tem um tempinho, e agora ela já não poderá ver que eu recomendei. Infelizmente ela faleceu de câncer, mas seus escritos ainda podem ser vistos em seu blog. Então, quem quiser conferir variadas poesias, é só ir lá.
15 fevereiro 2007
14 fevereiro 2007
Amor
Amar e ser amado
É tudo o que o ser humano quer
Se apaixonar
Cair de amores por alguém
Quem é que não quer?
O amor é algo mágico
Um sentimento extraordinário
Que transforma
Modifica
Molda o ser
O faz mais leve
Mais otimista
Mais feliz
O amor tem dessas coisas
É um balão que sobe ao céu
Sem direção certa
Rumo ao infinito
(ACDS -14.02.07)
É tudo o que o ser humano quer
Se apaixonar
Cair de amores por alguém
Quem é que não quer?
O amor é algo mágico
Um sentimento extraordinário
Que transforma
Modifica
Molda o ser
O faz mais leve
Mais otimista
Mais feliz
O amor tem dessas coisas
É um balão que sobe ao céu
Sem direção certa
Rumo ao infinito
(ACDS -14.02.07)
12 fevereiro 2007
A Terra grita
Chora de dor
Pois arrancam de suas entranhas
Pouco a pouco
Seus filhos amados
Nada ela pode fazer
Não tem como se defender
Então grita
Um grito desesperador, angustiante
Pois deseja ser salva
Quer respirar aliviada
Mas a Terra não é ouvida
Não querem saber dela
Seus gritos ecoam no vazio
E desaparecem
Pouco a pouco
Como seus filhos amados
(ACDS - 12.02.07)
Chora de dor
Pois arrancam de suas entranhas
Pouco a pouco
Seus filhos amados
Nada ela pode fazer
Não tem como se defender
Então grita
Um grito desesperador, angustiante
Pois deseja ser salva
Quer respirar aliviada
Mas a Terra não é ouvida
Não querem saber dela
Seus gritos ecoam no vazio
E desaparecem
Pouco a pouco
Como seus filhos amados
(ACDS - 12.02.07)
09 fevereiro 2007
Céu
Acorde e olhe para o céu
Veja como está azul
Sem nuvens, límpido
Seu tom claro tranqüiliza
Até o mais aflito dos corações
Purifica, regenera
Transforma o humor ao redor
Trazendo paz
Paz e esperança
Sugerindo um mundo melhor
Para cada ser deste planeta
De mesma cor azul
(ACDS - 09.02.07)
Veja como está azul
Sem nuvens, límpido
Seu tom claro tranqüiliza
Até o mais aflito dos corações
Purifica, regenera
Transforma o humor ao redor
Trazendo paz
Paz e esperança
Sugerindo um mundo melhor
Para cada ser deste planeta
De mesma cor azul
(ACDS - 09.02.07)
04 fevereiro 2007
Jogada fora
Esse poema eu escrevi inspirada na música Thrown Away, do Vast. O link para a letra da música está no título deste post, é só clicar que ele irá para a página da letra.
Jogada fora
Sou excluída do mundo
Pessoas passam por mim
Mas não sou notada
Sou praticamente um nada
Algo que não faz diferença
Todos me abandonaram
Não tenho ninguém
Nem cachorro me faz companhia
Fui jogada fora
Será que faz diferença
Existir ou não?
Nesse mundo opressor
Que me jogou fora?
Não sei da existência alheia
Mas a minha é um nada
Recipiente vazio
Que ninguém quer
(ACDS - 04.02.07)
Jogada fora
Sou excluída do mundo
Pessoas passam por mim
Mas não sou notada
Sou praticamente um nada
Algo que não faz diferença
Todos me abandonaram
Não tenho ninguém
Nem cachorro me faz companhia
Fui jogada fora
Será que faz diferença
Existir ou não?
Nesse mundo opressor
Que me jogou fora?
Não sei da existência alheia
Mas a minha é um nada
Recipiente vazio
Que ninguém quer
(ACDS - 04.02.07)
26 janeiro 2007
Drummond
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
Há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
Há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Carlos Drummond de Andrade
(excerto de "Procura da poesia")
(excerto de "Procura da poesia")
19 janeiro 2007
Felicidade
Almejada por todos
Conquistada por alguns
Assim é a felicidade
Esse sentimento necessário
Para uns é um gesto
Para outros, objeto
Pode ser um conjunto de coisas
Pode ser uma coisa só
Pessoa, animal
Casa, carro
Família
Dinheiro
O negócio é tentar alcançar
A tão sonhada felicidade
(ACDS - 19.01.07)
Conquistada por alguns
Assim é a felicidade
Esse sentimento necessário
Para uns é um gesto
Para outros, objeto
Pode ser um conjunto de coisas
Pode ser uma coisa só
Pessoa, animal
Casa, carro
Família
Dinheiro
O negócio é tentar alcançar
A tão sonhada felicidade
(ACDS - 19.01.07)
16 janeiro 2007
Professor
Professor
Com dedicação e carinho
Transmite conhecimentos
Que vão transformar a vida
De cada aluno ao seu redor
Ensina, mas também aprende
Efetuando uma troca única
Entre ele e seus alunos
Pois a vida é uma lição
Onde se ensina e se aprende
A todo momento
A todo instante
Para construir um mundo melhor
(ACDS - 16.01.07)
Com dedicação e carinho
Transmite conhecimentos
Que vão transformar a vida
De cada aluno ao seu redor
Ensina, mas também aprende
Efetuando uma troca única
Entre ele e seus alunos
Pois a vida é uma lição
Onde se ensina e se aprende
A todo momento
A todo instante
Para construir um mundo melhor
(ACDS - 16.01.07)
30 dezembro 2006
E o ano está no fim...
... e acabei reunindo meus poemas, que estavam espalhados em cadernos, agendas e papéis avulsos, em um único caderno, de capa dura. Engraçado perceber que já escrevo faz um bom tempo e que tenho pelo menos uns 100 poemas, senão mais. Curioso notar que os dois temas mais recorrentes em meus poemas são justamente o amor e a dor (esta apresentada das mais diversas formas: tristeza, lamento, guerra, ódio). Tenho uma queda maior pelos poemas pessimistas, mas tenho um bom número de otimistas também, graças a Deus. Gosto de escrever, o que acabou gerando este humilde blog de poemas. Espero que em 2007 eu continue a escrever e que este espaço possa ser lido por mais pessoas. Abaixo vai o último poema de 2006, já que amanhã será um dia muito atribulado para escrever qualquer coisa. Espero que gostem.
Meus pensamentos vão além do sim e do não
São otimistas, pessimistas, intimistas
Transparecem o amor e o horror
E se fundem com a tinta no papel
Através dos poemas que escrevo
(ACDS -30.12.06)
Meus pensamentos vão além do sim e do não
São otimistas, pessimistas, intimistas
Transparecem o amor e o horror
E se fundem com a tinta no papel
Através dos poemas que escrevo
(ACDS -30.12.06)
26 dezembro 2006
Resgatando poema antigo
E eis que hoje, fazendo a minha arrumação, encontrei muitos poemas que escrevi faz muito tempo! Não é de hoje que escrevo poemas fajutos. E divido agora com vocês o poema abaixo, escrito em 2002.
Queria eu poder tocar um raio de sol
Me transformar em uma gota d'água e fazer chover
Me misturar nas cores de um arco-íris
Ser feliz e fazer feliz o mundo
Ser um pássaro e poder cantar
Afastar as tristezas do mundo
Poder embalar os corações sofridos
Flutuar
Navegar por entre nuvens e névoas
Ser mensageira do amor absoluto
Enfim, viver
ACDS - 05.10.02
Queria eu poder tocar um raio de sol
Me transformar em uma gota d'água e fazer chover
Me misturar nas cores de um arco-íris
Ser feliz e fazer feliz o mundo
Ser um pássaro e poder cantar
Afastar as tristezas do mundo
Poder embalar os corações sofridos
Flutuar
Navegar por entre nuvens e névoas
Ser mensageira do amor absoluto
Enfim, viver
ACDS - 05.10.02
20 dezembro 2006
Natal
É Natal!
Nasceu Jesus!
A esperança se renova
Nos corações dos homens.
Por todo o mundo,
Pedidos de paz.
E em cada criança,
A expectativa de um mundo melhor.
(ACDS - 15.12.06)
Nasceu Jesus!
A esperança se renova
Nos corações dos homens.
Por todo o mundo,
Pedidos de paz.
E em cada criança,
A expectativa de um mundo melhor.
(ACDS - 15.12.06)
08 dezembro 2006
Beleza
Alta, média, baixa
Cabelo longo ou curto
Cacheado ou liso, não importa
Cada pessoa tem a sua beleza
Básica ou exótica
Top model ou renascentista
A beleza está na vida
No modo de ver as coisas
De encarar as dificuldades
E de ser feliz
(ACDS - 08.12.06)
Cabelo longo ou curto
Cacheado ou liso, não importa
Cada pessoa tem a sua beleza
Básica ou exótica
Top model ou renascentista
A beleza está na vida
No modo de ver as coisas
De encarar as dificuldades
E de ser feliz
(ACDS - 08.12.06)
05 dezembro 2006
Tranqüilidade
Adoro olhar o seu rosto
Enquanto dorme profundamente
Um sono tranqüilo
Seu rosto sereno
Transparece calma
Faz o mundo se transformar
Em um lugar grande e belo
Seus olhos, levemente puxados,
Apresentam paz
Seus longos cílios
Emolduram esse rosto tão seu
Nada mais importa
Nem o céu, nem a terra
Nem os homens ou os animais
Enquanto eu estiver
Contemplando o seu rosto
Minha mente estará
Em profunda paz
(ACDS - 05.12.06)
Enquanto dorme profundamente
Um sono tranqüilo
Seu rosto sereno
Transparece calma
Faz o mundo se transformar
Em um lugar grande e belo
Seus olhos, levemente puxados,
Apresentam paz
Seus longos cílios
Emolduram esse rosto tão seu
Nada mais importa
Nem o céu, nem a terra
Nem os homens ou os animais
Enquanto eu estiver
Contemplando o seu rosto
Minha mente estará
Em profunda paz
(ACDS - 05.12.06)
27 outubro 2006
23 outubro 2006
09 outubro 2006
Gotas de água caem
Dentro e fora do quarto
A chuva com cheiro de terra
Se mistura às lágrimas
Que escorrem dos meus olhos
Não sei onde uma começa
E a outra termina
Pois estão interligadas
O céu chora
Derramando suas tristes lágrimas
Sobre o mundo
Assim como a minha tristeza
Derrama lágrimas
Sobre o chão do quarto
ACDS - 09.10.06
Dentro e fora do quarto
A chuva com cheiro de terra
Se mistura às lágrimas
Que escorrem dos meus olhos
Não sei onde uma começa
E a outra termina
Pois estão interligadas
O céu chora
Derramando suas tristes lágrimas
Sobre o mundo
Assim como a minha tristeza
Derrama lágrimas
Sobre o chão do quarto
ACDS - 09.10.06
06 outubro 2006
Única Certeza
Toda a certeza do homem
É a morte.
O resto?
Suposições, dúvidas e achismos.
E mesmo sendo ela
Nossa única certeza,
A tememos.
Desconhecida, ela assusta.
Nos provoca temor, horror,
Medo.
É a visita indesejada.
A pedra no sapato da felicidade.
O incômodo.
Mas dela o homem não consegue fugir.
E um dia ela vem,
Vestida de negro,
Trazendo o perfume da podridão,
Ceifando-lhe a vida
E deixando a escuridão.
ACDS - 06.10.06
É a morte.
O resto?
Suposições, dúvidas e achismos.
E mesmo sendo ela
Nossa única certeza,
A tememos.
Desconhecida, ela assusta.
Nos provoca temor, horror,
Medo.
É a visita indesejada.
A pedra no sapato da felicidade.
O incômodo.
Mas dela o homem não consegue fugir.
E um dia ela vem,
Vestida de negro,
Trazendo o perfume da podridão,
Ceifando-lhe a vida
E deixando a escuridão.
ACDS - 06.10.06
11 setembro 2006
Falsos haicais
Guerras, mortes, destruição
O mundo enlouqueceu
Ou será um pesadelo?
______________________________
O Sol desponta no céu azul
Iluminando tudo ao redor
Fazendo o mundo mais colorido.
(ACDS - 11.09.06)
O mundo enlouqueceu
Ou será um pesadelo?
______________________________
O Sol desponta no céu azul
Iluminando tudo ao redor
Fazendo o mundo mais colorido.
(ACDS - 11.09.06)
05 setembro 2006
Melancolia
Que tristeza profunda é essa
Que invade a minha alma
Sem avisar
Me induzindo ao choro
Sem ter sequer um motivo?
Será o tempo frio
Que gelou meu coração?
Será a chuva
Que se mistura com as lágrimas
Que teimam em sair dos meus olhos?
(ACDS - 05.09.06)
Que invade a minha alma
Sem avisar
Me induzindo ao choro
Sem ter sequer um motivo?
Será o tempo frio
Que gelou meu coração?
Será a chuva
Que se mistura com as lágrimas
Que teimam em sair dos meus olhos?
(ACDS - 05.09.06)
24 agosto 2006
Em homenagem ao dia da infância
Infância
Infância, tempo gostoso
Tempo das brincadeiras
Dos estudos sem muito compromisso
De pensar em profissão
Sem muita pressão
Tempo do dinheiro de mentirinha
Pois não há preocupação com o salário
É ir para a praça depois da escola
Brincar de casinha ou jogar bola
Sem se preocupar com o hoje ou o amanhã
Só sendo feliz
ACDS – 24.08.06
Infância, tempo gostoso
Tempo das brincadeiras
Dos estudos sem muito compromisso
De pensar em profissão
Sem muita pressão
Tempo do dinheiro de mentirinha
Pois não há preocupação com o salário
É ir para a praça depois da escola
Brincar de casinha ou jogar bola
Sem se preocupar com o hoje ou o amanhã
Só sendo feliz
ACDS – 24.08.06
Eu
Como me definir
Se em tão poucas palavras
É difícil me expressar?
Sou um ser complexo
Que ama, ri e chora,
Vivenciando e experimentando
A aventura da vida.
Um ser que olha o mundo
Sob um prisma diferente dos demais.
Que admira as pequenas coisas,
Os acontecimentos mais corriqueiros,
As pessoas ao redor.
Que acredita que aprendeu
Em cada lugar que percorreu.
E que sabe que a felicidade
Está logo ali, na frente dela.
ACDS – 23.08.06
Se em tão poucas palavras
É difícil me expressar?
Sou um ser complexo
Que ama, ri e chora,
Vivenciando e experimentando
A aventura da vida.
Um ser que olha o mundo
Sob um prisma diferente dos demais.
Que admira as pequenas coisas,
Os acontecimentos mais corriqueiros,
As pessoas ao redor.
Que acredita que aprendeu
Em cada lugar que percorreu.
E que sabe que a felicidade
Está logo ali, na frente dela.
ACDS – 23.08.06
23 agosto 2006
3 de maio
" Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que nunca vi."
(Oswald de Andrade)
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que nunca vi."
(Oswald de Andrade)
10 agosto 2006
Tua
Meu amor
Minha vida pertence a ti
Meus olhos foram feitos para te olhar
Meus ouvidos, só para escutar
O sussurro da tua voz
Dizendo que me ama e deseja
Minhas mãos foram feitas
Para estarem entrelaçadas às tuas
E minha boca
Para morrer num beijo teu.
ACDS - 10.08.06
Minha vida pertence a ti
Meus olhos foram feitos para te olhar
Meus ouvidos, só para escutar
O sussurro da tua voz
Dizendo que me ama e deseja
Minhas mãos foram feitas
Para estarem entrelaçadas às tuas
E minha boca
Para morrer num beijo teu.
ACDS - 10.08.06
08 agosto 2006
Poemas fresquinhos
A humanidade está coberta de sangue
Sangue e ódio
Vinda de todos os lados
A discórdia faz o seu reino
E os homens, seus escravos,
Trabalham para ela sem cessar
O medo se espalha
E a violência penetra
Nas entranhas do mundo
Minando suas forças
Removendo esperanças
Acabando com tudo
ACDS- 08.08.06
Sangue e ódio
Vinda de todos os lados
A discórdia faz o seu reino
E os homens, seus escravos,
Trabalham para ela sem cessar
O medo se espalha
E a violência penetra
Nas entranhas do mundo
Minando suas forças
Removendo esperanças
Acabando com tudo
ACDS- 08.08.06
O ser humano está sem limites
Propaga a desgraça
Esquece o que não se deve esquecer
E repete os mesmos erros
As nações cobertas de sangue
Choram suas dores
Querendo uma salvação
No meio da destruição
Mas o ser humano é burro
Teimoso, insiste em guerrear
Fazendo sofrer o inocente
Que a paz quer encontrar
Será o mundo, algum dia,
Um lugar de paz?
O ser humano, enfim,
Irá tolerar?
Povos inteiros aguardam
Ansiosos pelas respostas
ACDS - 08.08.06
Propaga a desgraça
Esquece o que não se deve esquecer
E repete os mesmos erros
As nações cobertas de sangue
Choram suas dores
Querendo uma salvação
No meio da destruição
Mas o ser humano é burro
Teimoso, insiste em guerrear
Fazendo sofrer o inocente
Que a paz quer encontrar
Será o mundo, algum dia,
Um lugar de paz?
O ser humano, enfim,
Irá tolerar?
Povos inteiros aguardam
Ansiosos pelas respostas
ACDS - 08.08.06
03 agosto 2006
"Soneto da Felicidade"
"Soneto da Felicidade"
ODYLO COSTA FILHO
Não receies, amor, que nos divida
um dia a treva de outro mundo, pois
somos um só, que não se faz em dois
nem pode a morte o que não pode a vida.
A dor não foi em nós terra caída
que de repente afoga mas depois
cede à força das águas. Deus dispôs
que ela nos encharcasse indissolvida.
Molhamos nosso pão cotidiano
na vontade de Deus, aceita e clara,
que nos fazia para sempre num.
E de tal forma o próprio ser humano
mudou-se em nós que nada mais separa
o que era dois e hoje é apenas um.
ODYLO COSTA FILHO
Não receies, amor, que nos divida
um dia a treva de outro mundo, pois
somos um só, que não se faz em dois
nem pode a morte o que não pode a vida.
A dor não foi em nós terra caída
que de repente afoga mas depois
cede à força das águas. Deus dispôs
que ela nos encharcasse indissolvida.
Molhamos nosso pão cotidiano
na vontade de Deus, aceita e clara,
que nos fazia para sempre num.
E de tal forma o próprio ser humano
mudou-se em nós que nada mais separa
o que era dois e hoje é apenas um.
"...o Amor, quando se revela..."
"...o Amor, quando se revela..."
FERNANDO PESSOA
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
FERNANDO PESSOA
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
19 julho 2006
16 julho 2006
Experiências poéticas
Passeando pelo Orkut o outro dia, encontrei uma comunidade sobre poesia feita por pessoas comuns, assim como eu. O Sociedade dos Poetas Novos (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=973537)é uma comunidade onde podemos experimentar a poesia. Várias são criadas a partir de temas ou frases sugeridas pelas pessoas da comunidade, podemos divulgar nossos sites (claro que divulguei este humilde blog), enfim, é bem bacana. Para quem, como eu, gosta de criar suas poesias, taí um espaço para mostrá-las.
13 julho 2006
Nós somos a nação do medo
Reféns do terror psicológico
Vítimas da violência humana
Não temos para onde escapar
O terror está nas atitudes
A violência, nas armas
E o medo nos cerca
Grades nos prédios
Arames farpados
Câmeras e seguranças espalhados
Mas o medo avança
Toma conta de nossas vidas
Não nos deixa em paz
Não nos dá sossego.
(ACDS- 29.08.05)
Reféns do terror psicológico
Vítimas da violência humana
Não temos para onde escapar
O terror está nas atitudes
A violência, nas armas
E o medo nos cerca
Grades nos prédios
Arames farpados
Câmeras e seguranças espalhados
Mas o medo avança
Toma conta de nossas vidas
Não nos deixa em paz
Não nos dá sossego.
(ACDS- 29.08.05)
12 julho 2006
Céu
Saio na rua e olho o céu
E lá está ele, azul
Um azul cristalino, limpo
Que renova as minhas forças
Inunda o meu ser
E me faz sorrir
Sorrir e cantar
Acreditando que o mundo
Ainda é belo
Ainda tem paz
E que é possível sim
Ser feliz
(ACDS - 11.07.06)
E lá está ele, azul
Um azul cristalino, limpo
Que renova as minhas forças
Inunda o meu ser
E me faz sorrir
Sorrir e cantar
Acreditando que o mundo
Ainda é belo
Ainda tem paz
E que é possível sim
Ser feliz
(ACDS - 11.07.06)
09 julho 2006
Vida
Vida
Bem tão precioso
A ciência explica sua origem
Mas no fundo, é muito mais do que se pensa
É uma mágica que acontece
Um milagre
Do nada surge o tudo
De meras células
Surge um ser pulsante
Ser que sente, reage
Ama, ri e chora
Vida
Tão importante, única
Que é triste presenciar
Quem deseja acabar com a sua
Pois a vida é um presente
Algo sublime, perfeito
Que devemos sempre reverenciar
(ACDS - 09.07.06)
Bem tão precioso
A ciência explica sua origem
Mas no fundo, é muito mais do que se pensa
É uma mágica que acontece
Um milagre
Do nada surge o tudo
De meras células
Surge um ser pulsante
Ser que sente, reage
Ama, ri e chora
Vida
Tão importante, única
Que é triste presenciar
Quem deseja acabar com a sua
Pois a vida é um presente
Algo sublime, perfeito
Que devemos sempre reverenciar
(ACDS - 09.07.06)
21 junho 2006
Poemas antigos - parte 3
Há fatias, pedaços de mim
Espalhados ao vento
Soprando aos quatro cantos
Mas eles retornam
E se unem novamente
Para formar um único eu
(ACDS - 02.02.00)
Espalhados ao vento
Soprando aos quatro cantos
Mas eles retornam
E se unem novamente
Para formar um único eu
(ACDS - 02.02.00)
Poemas antigos - parte 2
Uma folha cai sob o sol do outono
Mas a vida continua a mesma
A mesma rotina, os mesmos rostos
Só uma coisa muda
E é essa folha
Que mudou de cor
E caiu sob o sol do outono
(ACDS - 02.02.00)
Mas a vida continua a mesma
A mesma rotina, os mesmos rostos
Só uma coisa muda
E é essa folha
Que mudou de cor
E caiu sob o sol do outono
(ACDS - 02.02.00)
Poemas antigos - parte 1
Aves voam no céu
Um céu cheio de tonalidades
Que um pintor maior pintou
Elas voam sem destino
Apenas sentem o vento
E voam livres
Livres para voltar
(ACDS- 02.02.00)
Um céu cheio de tonalidades
Que um pintor maior pintou
Elas voam sem destino
Apenas sentem o vento
E voam livres
Livres para voltar
(ACDS- 02.02.00)
Desencavando poemas
Procurando por um texto que escrevi anos atrás (e que por sinal não encontrei) acabei encontrando, por acaso, poemas antigos, escritos em 2000. Então, resolvi colocá-los por aqui, para que eles não se percam de vez. Espero que gostem!
Competição, o mundo é uma competição
E só os vencedores sobrevivem
Os fracos se escondem
E o resto não existe.
(ACDS - sem data)
Passa o tempo
O tempo não passa
O tempo passa
Não passa o tempo
(ACDS - sem data)
Competição, o mundo é uma competição
E só os vencedores sobrevivem
Os fracos se escondem
E o resto não existe.
(ACDS - sem data)
Passa o tempo
O tempo não passa
O tempo passa
Não passa o tempo
(ACDS - sem data)
Poema biblioteconômico
Viajo, viajo entre teorias
Teorias e classificações
Mas não sei classificar
E nem teorizar
Mas viajo, viajo numa viagem sem fim
Sem nexo, sem sentido
Acho que sou um ser vivo
Perdido no meio da escuridão
(ACDS - 25.02.00)
Observação: escrita no meio de uma aula que eu não entendia nada...rs...
Teorias e classificações
Mas não sei classificar
E nem teorizar
Mas viajo, viajo numa viagem sem fim
Sem nexo, sem sentido
Acho que sou um ser vivo
Perdido no meio da escuridão
(ACDS - 25.02.00)
Observação: escrita no meio de uma aula que eu não entendia nada...rs...
15 junho 2006
12 junho 2006
11 junho 2006
06 junho 2006
28 maio 2006
poemas sobre deficiência
* Mental
Dizem que sou diferente
Que tenho certas dificuldades
Mas gostaria de saber do mundo
Qual a graça que tem
Em sermos todos iguais?
(ACDS -13.02.06)
* Auditiva
Mergulhada no silêncio
Pensam que sou triste
Mas a sinfonia da minha vida
Sinto com o olhar
Falando através das minhas mãos
Provando que não é necessário som
Para poder ser feliz
(ACDS - 14.02.06)
* Física
Minhas pernas não se movimentam
Mas meus pensamentos correm
Como cavalos soltos nos campos
Levando minhas idéias longe
Não é por estar presa a uma cadeira
Que sou prisioneira do mundo
Pois mesmo nesse mundo cheio de barreiras
A minha força de vontade e fé
Valem mais que duas pernas
(ACDS - 13.02.06)
Dizem que sou diferente
Que tenho certas dificuldades
Mas gostaria de saber do mundo
Qual a graça que tem
Em sermos todos iguais?
(ACDS -13.02.06)
* Auditiva
Mergulhada no silêncio
Pensam que sou triste
Mas a sinfonia da minha vida
Sinto com o olhar
Falando através das minhas mãos
Provando que não é necessário som
Para poder ser feliz
(ACDS - 14.02.06)
* Física
Minhas pernas não se movimentam
Mas meus pensamentos correm
Como cavalos soltos nos campos
Levando minhas idéias longe
Não é por estar presa a uma cadeira
Que sou prisioneira do mundo
Pois mesmo nesse mundo cheio de barreiras
A minha força de vontade e fé
Valem mais que duas pernas
(ACDS - 13.02.06)
15 maio 2006
O amor
Ah, o amor!
Esse sentimento inebriante
Que nos toma de assalto
E não fazemos questão de resgate!
(ACDS- 15.05.06)
Esse sentimento inebriante
Que nos toma de assalto
E não fazemos questão de resgate!
(ACDS- 15.05.06)
14 maio 2006
Mãe
Mãe
Mulher guerreira
Lutadora incansável
Sempre deseja o melhor aos seus filhos
Chora, sofre
Mas sempre está de pé
Mãe
Esse ser tão especial
Com amor, carinho e dedicação
Cuida de seus filhos
Esquecendo de si mesma
Nos momentos mais difíceis
(ACDS - abril 2006)
Mulher guerreira
Lutadora incansável
Sempre deseja o melhor aos seus filhos
Chora, sofre
Mas sempre está de pé
Mãe
Esse ser tão especial
Com amor, carinho e dedicação
Cuida de seus filhos
Esquecendo de si mesma
Nos momentos mais difíceis
(ACDS - abril 2006)
11 maio 2006
As pálpebras teimam em se fechar
A consciência vai se esvaindo
Os pensamentos voam longe
Como um pássaro solto no céu
É o sono chegando
Sem convite, vai entrando
Nas horas mais impróprias
Em que a mente desperta se faz necessária
Mas ele vem
Nem pede licença e já vai se instalando
E quando percebo, é tarde demais
Peguei no sono!
(ACDS - 11.05.06)
A consciência vai se esvaindo
Os pensamentos voam longe
Como um pássaro solto no céu
É o sono chegando
Sem convite, vai entrando
Nas horas mais impróprias
Em que a mente desperta se faz necessária
Mas ele vem
Nem pede licença e já vai se instalando
E quando percebo, é tarde demais
Peguei no sono!
(ACDS - 11.05.06)
01 maio 2006
Indicação de blog
Indico hoje o blog de poemas Poemas para se apaixonar (http://poemasquealimentam.blogspot.com). Esse blog, praticamente um recém-nascido, trata de poemas de amor, vale a pena a leitura.
25 abril 2006
16 abril 2006
15 abril 2006
12 abril 2006
O mundo ainda é belo
No meio de tantas tristezas,
Terríveis tragédias,
No meio da poluição
E do descaso
Ainda é possível
Enxergar a beleza
No vôo de uma borboleta
Passeando com seu azul
Pelo meio da rua
Ela vai
Bela
Com suas asas azuis
A refletir o céu
Indiferente ao mundo que a cerca
Espalhando alegria
Nesse mundo ainda belo
(ACDS - 12.04.06)
Terríveis tragédias,
No meio da poluição
E do descaso
Ainda é possível
Enxergar a beleza
No vôo de uma borboleta
Passeando com seu azul
Pelo meio da rua
Ela vai
Bela
Com suas asas azuis
A refletir o céu
Indiferente ao mundo que a cerca
Espalhando alegria
Nesse mundo ainda belo
(ACDS - 12.04.06)
06 abril 2006
04 abril 2006
03 abril 2006
Informe
Bem, o computador me deixou de castigo de novo. Então, quando ele voltar, volto a escrever aqui.
31 março 2006
Ah! Tristeza essa
Que me devora
Que corrói a minha alma
Sem eu mesmo saber o porquê
Saia de mim
Vá embora,sem demora
Pois já cansei de sentir
Esse vazio no peito
Essa sombra que me persegue
Esse mal-estar sem fim
Quero sorrir
Quero viver
Quero a alegria de volta
No meu peito
Na minha alma
Na minha existência
31.03.06
Que me devora
Que corrói a minha alma
Sem eu mesmo saber o porquê
Saia de mim
Vá embora,sem demora
Pois já cansei de sentir
Esse vazio no peito
Essa sombra que me persegue
Esse mal-estar sem fim
Quero sorrir
Quero viver
Quero a alegria de volta
No meu peito
Na minha alma
Na minha existência
31.03.06
poemas fresquinhos
Depois de longa ausência, o retorno.
Gota a gota
O sangue sai de mim
Parece que minha alegria
Está indo junto com essas gotas
Uma a uma
Saindo de mim
31.03.06
Gota a gota
O sangue sai de mim
Parece que minha alegria
Está indo junto com essas gotas
Uma a uma
Saindo de mim
31.03.06
18 março 2006
Em falta
É, sei que ando em falta com os poucos leitores deste humilde blog, mas meu computador andou avariado um tempinho e a inspiração pra poemas novos não anda surgindo. Então coloco aqui um texto que uma amiga minha me mandou por e-mail, mas não confirmo a autoria. Afinal, internet é terra de ninguém. Espero que gostem!
13 LINHAS PARA VIVER
Gabriel Garcia Marquez
1. Gosto de você não por quem tu és, mas por quem sou quando estou contigo.
2. Nenhuma pessoa merece tuas lágrimas, e quem as mereça não te farás chorar.
3. Só porque alguém não te ama como você quer, não significa que não te ame
com todo teu ser.
4. Um verdadeiro amigo é quem pega tua mão e toca teu coração.
5. A pior forma de sentir saudade de alguém é estar sentado a seu lado e
saber que nunca o poderás ter.
6. Nunca deixes de sorrir, nem quando estejas triste porque nunca sabes quem pode se apaixonar por teu sorriso.
7. Podes ser somente uma pessoa para o mundo, mas para alguma pessoa você é o mundo.
8. Não passes o tempo com alguém que não esteja disposto a passá-lo contigo.
9. Quem sabe Deus queira que conheças muita gente equivocada antes que conheças a pessoa adequada, para que quando finalmente a conheças, saibas estar agradecido.
10. Não chores porque já terminou, sorria porque aconteceu.
11. Sempre haverá gente que te machuca, assim que o que tens a fazer é seguir confiando
e ser mais cuidadoso em quem confias duas vezes.
12. Transforme-se em uma pessoa melhor e assegure-se de saber quem és antes de
conhecer alguém e esperar que essa pessoa saiba quem és.
13. Não te esforçes tanto, as melhores coisas acontecem quando menos as esperas.
"TUDO QUE ACONTECE, ACONTECE POR UMA RAZÃO"
13 LINHAS PARA VIVER
Gabriel Garcia Marquez
1. Gosto de você não por quem tu és, mas por quem sou quando estou contigo.
2. Nenhuma pessoa merece tuas lágrimas, e quem as mereça não te farás chorar.
3. Só porque alguém não te ama como você quer, não significa que não te ame
com todo teu ser.
4. Um verdadeiro amigo é quem pega tua mão e toca teu coração.
5. A pior forma de sentir saudade de alguém é estar sentado a seu lado e
saber que nunca o poderás ter.
6. Nunca deixes de sorrir, nem quando estejas triste porque nunca sabes quem pode se apaixonar por teu sorriso.
7. Podes ser somente uma pessoa para o mundo, mas para alguma pessoa você é o mundo.
8. Não passes o tempo com alguém que não esteja disposto a passá-lo contigo.
9. Quem sabe Deus queira que conheças muita gente equivocada antes que conheças a pessoa adequada, para que quando finalmente a conheças, saibas estar agradecido.
10. Não chores porque já terminou, sorria porque aconteceu.
11. Sempre haverá gente que te machuca, assim que o que tens a fazer é seguir confiando
e ser mais cuidadoso em quem confias duas vezes.
12. Transforme-se em uma pessoa melhor e assegure-se de saber quem és antes de
conhecer alguém e esperar que essa pessoa saiba quem és.
13. Não te esforçes tanto, as melhores coisas acontecem quando menos as esperas.
"TUDO QUE ACONTECE, ACONTECE POR UMA RAZÃO"
21 fevereiro 2006
Confrontos, perseguições religiosas
O diferente não agrada
O ser humano não é mais tolerante
Liberdade de expressão?
Será que isso ainda existe?
Mortes, tiros
Por todos os lados, o ser humano sofre
Sofre e chora suas desgraças
Pois não consegue ser feliz
Porque não possui paz
E até a natureza se volta contra ele
Tempestades, secas, maremotos
É a vingança por tantos anos de desrespeito
Tantos anos de destruição
Será que o ser humano, um dia, vai melhorar?
Será que vai aprender a respeitar, a cuidar?
Será?
(ACDS - 21/02/06)
O diferente não agrada
O ser humano não é mais tolerante
Liberdade de expressão?
Será que isso ainda existe?
Mortes, tiros
Por todos os lados, o ser humano sofre
Sofre e chora suas desgraças
Pois não consegue ser feliz
Porque não possui paz
E até a natureza se volta contra ele
Tempestades, secas, maremotos
É a vingança por tantos anos de desrespeito
Tantos anos de destruição
Será que o ser humano, um dia, vai melhorar?
Será que vai aprender a respeitar, a cuidar?
Será?
(ACDS - 21/02/06)
13 fevereiro 2006
Poema sobre deficiência
Como no meu trabalho vão ser trabalhadas as deficiências com os alunos de 5ª a 8ª, resolvi escrever poemas também sobre esse tema. E a primeira é sobre deficiência visual. Espero que gostem.
Luz, falta de luz
Ao meu redor, só escuridão
Todos pensam que minha vida
É envolta em trevas
Mas eles se enganam
Pois minha existência é feliz
Apesar dos obstáculos
Dificuldades pelo caminho
Sigo em frente, com um amplo sorriso
Afinal, não sou deficiente
Meus olhos cegos nunca me impediram
De ser inteligente e competente.
(ACDS - 10.02.06)
Luz, falta de luz
Ao meu redor, só escuridão
Todos pensam que minha vida
É envolta em trevas
Mas eles se enganam
Pois minha existência é feliz
Apesar dos obstáculos
Dificuldades pelo caminho
Sigo em frente, com um amplo sorriso
Afinal, não sou deficiente
Meus olhos cegos nunca me impediram
De ser inteligente e competente.
(ACDS - 10.02.06)
10 fevereiro 2006
Link para o finadinho
Bem, se o Weblogger ainda estiver amigo, vocês podem conferir o blog que deu origem ao Poemas Fajutos. Ele está na parte dos links. E daqui para a frente, os meus poemas terão a data e um ACDS - para não ter dúvidas de autoria.
Retorno
Pois é, aos meus poucos leitores peço imensas desculpas pela ausência. Além de ter viajado, a inspiração andou de férias também. E meus poemas fajutos só funcionam na base da inspiração, ou seja, não é todo dia que aparece um poema na mente. Mas estou de volta. A freqüência, só Deus sabe, vai depender da bendita inspiração...
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