Guerras, mortes, destruição
O mundo enlouqueceu
Ou será um pesadelo?
______________________________
O Sol desponta no céu azul
Iluminando tudo ao redor
Fazendo o mundo mais colorido.
(ACDS - 11.09.06)
11 setembro 2006
05 setembro 2006
Melancolia
Que tristeza profunda é essa
Que invade a minha alma
Sem avisar
Me induzindo ao choro
Sem ter sequer um motivo?
Será o tempo frio
Que gelou meu coração?
Será a chuva
Que se mistura com as lágrimas
Que teimam em sair dos meus olhos?
(ACDS - 05.09.06)
Que invade a minha alma
Sem avisar
Me induzindo ao choro
Sem ter sequer um motivo?
Será o tempo frio
Que gelou meu coração?
Será a chuva
Que se mistura com as lágrimas
Que teimam em sair dos meus olhos?
(ACDS - 05.09.06)
24 agosto 2006
Em homenagem ao dia da infância
Infância
Infância, tempo gostoso
Tempo das brincadeiras
Dos estudos sem muito compromisso
De pensar em profissão
Sem muita pressão
Tempo do dinheiro de mentirinha
Pois não há preocupação com o salário
É ir para a praça depois da escola
Brincar de casinha ou jogar bola
Sem se preocupar com o hoje ou o amanhã
Só sendo feliz
ACDS – 24.08.06
Infância, tempo gostoso
Tempo das brincadeiras
Dos estudos sem muito compromisso
De pensar em profissão
Sem muita pressão
Tempo do dinheiro de mentirinha
Pois não há preocupação com o salário
É ir para a praça depois da escola
Brincar de casinha ou jogar bola
Sem se preocupar com o hoje ou o amanhã
Só sendo feliz
ACDS – 24.08.06
Eu
Como me definir
Se em tão poucas palavras
É difícil me expressar?
Sou um ser complexo
Que ama, ri e chora,
Vivenciando e experimentando
A aventura da vida.
Um ser que olha o mundo
Sob um prisma diferente dos demais.
Que admira as pequenas coisas,
Os acontecimentos mais corriqueiros,
As pessoas ao redor.
Que acredita que aprendeu
Em cada lugar que percorreu.
E que sabe que a felicidade
Está logo ali, na frente dela.
ACDS – 23.08.06
Se em tão poucas palavras
É difícil me expressar?
Sou um ser complexo
Que ama, ri e chora,
Vivenciando e experimentando
A aventura da vida.
Um ser que olha o mundo
Sob um prisma diferente dos demais.
Que admira as pequenas coisas,
Os acontecimentos mais corriqueiros,
As pessoas ao redor.
Que acredita que aprendeu
Em cada lugar que percorreu.
E que sabe que a felicidade
Está logo ali, na frente dela.
ACDS – 23.08.06
23 agosto 2006
3 de maio
" Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que nunca vi."
(Oswald de Andrade)
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que nunca vi."
(Oswald de Andrade)
10 agosto 2006
Tua
Meu amor
Minha vida pertence a ti
Meus olhos foram feitos para te olhar
Meus ouvidos, só para escutar
O sussurro da tua voz
Dizendo que me ama e deseja
Minhas mãos foram feitas
Para estarem entrelaçadas às tuas
E minha boca
Para morrer num beijo teu.
ACDS - 10.08.06
Minha vida pertence a ti
Meus olhos foram feitos para te olhar
Meus ouvidos, só para escutar
O sussurro da tua voz
Dizendo que me ama e deseja
Minhas mãos foram feitas
Para estarem entrelaçadas às tuas
E minha boca
Para morrer num beijo teu.
ACDS - 10.08.06
08 agosto 2006
Poemas fresquinhos
A humanidade está coberta de sangue
Sangue e ódio
Vinda de todos os lados
A discórdia faz o seu reino
E os homens, seus escravos,
Trabalham para ela sem cessar
O medo se espalha
E a violência penetra
Nas entranhas do mundo
Minando suas forças
Removendo esperanças
Acabando com tudo
ACDS- 08.08.06
Sangue e ódio
Vinda de todos os lados
A discórdia faz o seu reino
E os homens, seus escravos,
Trabalham para ela sem cessar
O medo se espalha
E a violência penetra
Nas entranhas do mundo
Minando suas forças
Removendo esperanças
Acabando com tudo
ACDS- 08.08.06
O ser humano está sem limites
Propaga a desgraça
Esquece o que não se deve esquecer
E repete os mesmos erros
As nações cobertas de sangue
Choram suas dores
Querendo uma salvação
No meio da destruição
Mas o ser humano é burro
Teimoso, insiste em guerrear
Fazendo sofrer o inocente
Que a paz quer encontrar
Será o mundo, algum dia,
Um lugar de paz?
O ser humano, enfim,
Irá tolerar?
Povos inteiros aguardam
Ansiosos pelas respostas
ACDS - 08.08.06
Propaga a desgraça
Esquece o que não se deve esquecer
E repete os mesmos erros
As nações cobertas de sangue
Choram suas dores
Querendo uma salvação
No meio da destruição
Mas o ser humano é burro
Teimoso, insiste em guerrear
Fazendo sofrer o inocente
Que a paz quer encontrar
Será o mundo, algum dia,
Um lugar de paz?
O ser humano, enfim,
Irá tolerar?
Povos inteiros aguardam
Ansiosos pelas respostas
ACDS - 08.08.06
03 agosto 2006
"Soneto da Felicidade"
"Soneto da Felicidade"
ODYLO COSTA FILHO
Não receies, amor, que nos divida
um dia a treva de outro mundo, pois
somos um só, que não se faz em dois
nem pode a morte o que não pode a vida.
A dor não foi em nós terra caída
que de repente afoga mas depois
cede à força das águas. Deus dispôs
que ela nos encharcasse indissolvida.
Molhamos nosso pão cotidiano
na vontade de Deus, aceita e clara,
que nos fazia para sempre num.
E de tal forma o próprio ser humano
mudou-se em nós que nada mais separa
o que era dois e hoje é apenas um.
ODYLO COSTA FILHO
Não receies, amor, que nos divida
um dia a treva de outro mundo, pois
somos um só, que não se faz em dois
nem pode a morte o que não pode a vida.
A dor não foi em nós terra caída
que de repente afoga mas depois
cede à força das águas. Deus dispôs
que ela nos encharcasse indissolvida.
Molhamos nosso pão cotidiano
na vontade de Deus, aceita e clara,
que nos fazia para sempre num.
E de tal forma o próprio ser humano
mudou-se em nós que nada mais separa
o que era dois e hoje é apenas um.
"...o Amor, quando se revela..."
"...o Amor, quando se revela..."
FERNANDO PESSOA
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
FERNANDO PESSOA
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
19 julho 2006
16 julho 2006
Experiências poéticas
Passeando pelo Orkut o outro dia, encontrei uma comunidade sobre poesia feita por pessoas comuns, assim como eu. O Sociedade dos Poetas Novos (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=973537)é uma comunidade onde podemos experimentar a poesia. Várias são criadas a partir de temas ou frases sugeridas pelas pessoas da comunidade, podemos divulgar nossos sites (claro que divulguei este humilde blog), enfim, é bem bacana. Para quem, como eu, gosta de criar suas poesias, taí um espaço para mostrá-las.
13 julho 2006
Nós somos a nação do medo
Reféns do terror psicológico
Vítimas da violência humana
Não temos para onde escapar
O terror está nas atitudes
A violência, nas armas
E o medo nos cerca
Grades nos prédios
Arames farpados
Câmeras e seguranças espalhados
Mas o medo avança
Toma conta de nossas vidas
Não nos deixa em paz
Não nos dá sossego.
(ACDS- 29.08.05)
Reféns do terror psicológico
Vítimas da violência humana
Não temos para onde escapar
O terror está nas atitudes
A violência, nas armas
E o medo nos cerca
Grades nos prédios
Arames farpados
Câmeras e seguranças espalhados
Mas o medo avança
Toma conta de nossas vidas
Não nos deixa em paz
Não nos dá sossego.
(ACDS- 29.08.05)
12 julho 2006
Céu
Saio na rua e olho o céu
E lá está ele, azul
Um azul cristalino, limpo
Que renova as minhas forças
Inunda o meu ser
E me faz sorrir
Sorrir e cantar
Acreditando que o mundo
Ainda é belo
Ainda tem paz
E que é possível sim
Ser feliz
(ACDS - 11.07.06)
E lá está ele, azul
Um azul cristalino, limpo
Que renova as minhas forças
Inunda o meu ser
E me faz sorrir
Sorrir e cantar
Acreditando que o mundo
Ainda é belo
Ainda tem paz
E que é possível sim
Ser feliz
(ACDS - 11.07.06)
09 julho 2006
Vida
Vida
Bem tão precioso
A ciência explica sua origem
Mas no fundo, é muito mais do que se pensa
É uma mágica que acontece
Um milagre
Do nada surge o tudo
De meras células
Surge um ser pulsante
Ser que sente, reage
Ama, ri e chora
Vida
Tão importante, única
Que é triste presenciar
Quem deseja acabar com a sua
Pois a vida é um presente
Algo sublime, perfeito
Que devemos sempre reverenciar
(ACDS - 09.07.06)
Bem tão precioso
A ciência explica sua origem
Mas no fundo, é muito mais do que se pensa
É uma mágica que acontece
Um milagre
Do nada surge o tudo
De meras células
Surge um ser pulsante
Ser que sente, reage
Ama, ri e chora
Vida
Tão importante, única
Que é triste presenciar
Quem deseja acabar com a sua
Pois a vida é um presente
Algo sublime, perfeito
Que devemos sempre reverenciar
(ACDS - 09.07.06)
21 junho 2006
Poemas antigos - parte 3
Há fatias, pedaços de mim
Espalhados ao vento
Soprando aos quatro cantos
Mas eles retornam
E se unem novamente
Para formar um único eu
(ACDS - 02.02.00)
Espalhados ao vento
Soprando aos quatro cantos
Mas eles retornam
E se unem novamente
Para formar um único eu
(ACDS - 02.02.00)
Poemas antigos - parte 2
Uma folha cai sob o sol do outono
Mas a vida continua a mesma
A mesma rotina, os mesmos rostos
Só uma coisa muda
E é essa folha
Que mudou de cor
E caiu sob o sol do outono
(ACDS - 02.02.00)
Mas a vida continua a mesma
A mesma rotina, os mesmos rostos
Só uma coisa muda
E é essa folha
Que mudou de cor
E caiu sob o sol do outono
(ACDS - 02.02.00)
Poemas antigos - parte 1
Aves voam no céu
Um céu cheio de tonalidades
Que um pintor maior pintou
Elas voam sem destino
Apenas sentem o vento
E voam livres
Livres para voltar
(ACDS- 02.02.00)
Um céu cheio de tonalidades
Que um pintor maior pintou
Elas voam sem destino
Apenas sentem o vento
E voam livres
Livres para voltar
(ACDS- 02.02.00)
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